REGRAS PARA SE FAZER O POEMA VARANO

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

BANAL

Vivemos nós num mundo de ilusões,
Entre o prazer e dores bem reais,
E entre os impulsos fortes das paixões,
A nos fazerem menos racionais...

Valorizando coisas tão banais,
Vivemos entre sonhos e abstrações,
Não vendo em plena vida os apagões
E nos fazendo mais irracionais!

É o cada um por si que prevalece,
No jogo de ambições que a vida traz,
Desde o começo até o seu final!

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Mudemos, já, esse mundo, onde mais cresce
O distanciamento à plena paz
E a valorização do que é banal!...

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domingo, 1 de janeiro de 2012

SAUDADE













Plantei uma flor
Na beira da estrada
Que é sempre regada
Com o meu amor
Dei um nome a ela
Por ser a mais bela
Quando lembro dela
Sinto seu olor!

Chamei-a de Lua
Lua prateada
Que na minha estrada
Me aparece nua
Prateando em mim
Este amor sem fim
Que me deixa assim
Na saudade tua!

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ANTONIETA É MINHA












Vou chamar Antonieta
Pra dançar essa quadrilha
Vou pegar água da bilha
Beber pra ficar porreta
Sei que ela vai aceitar
Vai as ‘canela’ azeitar
Que é pra não fazer desfeita
E como ela não rejeita
‘Vamo’ até o sol raiar!

Tão cantando ‘anavantu’
Tão cantando ‘anarriê’
Danço eu, dança ocê
Que é do norte ou que é do ‘su’
Nessa quadrilha porreta
Tem pimenta malagueta
Tem pena de urubu
O ‘eu’ dançano cum o ‘tu’
E eu... Só quero Antonieta!

Mariquinha e sinhá Chica
Tão de oio no Geraldo
Uma ofereceu seu caldo
A outra sua canjica
Zé Raimundo e Mundiquinha
Se acertarum na cozinha
É um abre e pega na bica
Quem quer comer ali fica
... Mas Antonieta é minha!

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